O olhar de um viajante alucinado, enxergando as verdades do mundo alheio aonde o olho grande sem anseio, o cuidar do se fazer, pessoas assim merecem viver, as custas do ombro alado porque sem isso estariam ilhados, num lago de solidões e depressões porque encarar o seu próprio mundo real o coloca na verdadeira instantaneidade de que não são nada.
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