PLANETA AMO'R

domingo, 21 de março de 2010

A vícera da valsa tocada no soneto da desgraça do que é ser a convivÊncia do ódio com rancor, nascendo do filho bolhado e escuriçado na planeagem da torneira de lágrimas causadas pelas atitudes dos desamores, que passam e não deixam resíduo nem rastro de lealdade, todo fim amor é´um pesadume jogado nas costas ambiguamente iguais....

a vida dentro do seu ser ,traz a sensação do estar a mercê,
da satifatoriedade humantária formada pelos redondos quadrados anciões carregados de arquétipos milenares que vagam a espreita de seu torso sem que perceba trancdendo a viagem sólida para o espaço neurótico visual gestual que define o ato que virá a seguir descostruindo o ser carcaça coberto com milhares milenares véus de conhecimento e tormento intelectuado parecendo uma frustaçao de momento chamada as vezes de tristeza as vezes as vezes .....,cansada da directriz tomada você se entorpece de situações inacreditáveis que vagam soltas nos pensaemmentos e um alucinado conhecedor da alucinação temporária regressiva do ser prescindo cair de cabeça e ser seguro por uma corda nos pés para não enforcar-se mesmo
assim....

minha cania

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