PLANETA AMO'R

sábado, 31 de outubro de 2009

o Bel prazer do momento do gozo estendido nos braços de duas mulheres nuas,
jogadas no tapete azul relaxadas e excitadas ao som do blues,
o desespero carnal por um gozar sem igual,
ah, eu me sentindo o tal.
querendo arrombar o momento com sua atenção,
divino gozo carnal,
momentâneo não menosprezando,
a vodka embebedando,
o céu azul,
o tapete azul,
as mulheres acidas na tentação, to numa festa de Dionísio não é não?
imagino os bacanais não acredito mais,
a monogamia desfalece dentro do casulo mudo,
por enquanto gozando,sentindo o toque do veludo,
duas bocas me lambuzar,
ouço seus gemidos a se multiplicar,
atmosfera do tesão no ar.
vivência da risada do raciocínio pleno ,
sinto a demência da timidez,
mas ferozmente parto como um lobo,
as carneirinhas vou devorar,
o suar mina por toda a orgia,
as duas no se pegar da magia,componho a fotografia
virando um banquete de prazer para o meu ser ,
reflicto largo as duas e assisto ,olho o retroceder e admiro,
uma sorria,.. a outra se comia em cima debaixo,devassa,putinha,
cantam seu tesão pelas entranhas vejam que tremenda façanha ,
bebo sangue da vida à dentro,
esquartejo do sexo sem lamento

quinta-feira, 29 de outubro de 2009

A PALAVRA DO EU PARECER MARCIANO RUSSO CAINDO NA FISURA DA MINHA PIXACAÇAO DO ALÁ DA SOCIEDADE........
QUIETO NUM CANTO DO BAR ESTRAGADO,
FANTASIADA AS HISTÓRIAS EMBARAÇADAS,
NO CABELO DE UM LEIGO ESCREVO,
MAIS NÃO ENTENDO NADA.
A MARIPOSA VOADORA VOA NA CABEÇA DA COITADA EMBASBACADA,
RELUTANTE INTERPRETANDO NA CALÇADA,
O BURACO EM BAIXO DA CADEIRA
RESERVA O SUSTO QUE ENLOUQUECERA A IGREJA
PADRES NO CONVENTO DO TORMENTO MENTINDO ENQUANTO HÁ TEMPO
O VÉU DESILUDIDO CAÍ,MAS NÃO ME HÁ DE HAVER NADA DISSO.
O ROCK ESCONDIDO SELANDO SEMEANDO O MOTIVO
A RUA REPLETA DE PERSONAGEM
O SENHOR COM A MULETA A SABEDORIA DA BAGAGEM,
PAGADOR DE PROMESSAS ELE DIZ QUE É DISSIMULADO
XAVECANDO AS PESSOAS MESA AO LADO
EU FALEI QUE SOU IDIOTA ELE DIZ,
DIZ TAMBÉM SÓ VOCÊ ME DAR 4REAL
OH..DOUTOR O SENHOR É UM ACUMULADOR,
O ENQUADRADO DIZ SÓ TENHO 2 TROCADOS,,
ELE INSISTE OH DOUTOR ANULAR PODE ME DAR 4 MERRÉIS
QUE EU VOU EMBORA BÊBADO E RASTEANDO OS PÉS.
Descobrindo a facilidade da felicidade que é criar escrever e só depois entender,
filosofo e reflicto no primeiro momento escrito,....nada haver.
Entendo pouco mais sobre a vida,acho que é dom mais não sou Dom João,
em cima da sua historia da chegada escrevo estoril.
Vejo as palavras escritas erradas ou inventadas,
sim admiro tudo isso mais sem entender.
mas também o que tenho com isso?

quarta-feira, 28 de outubro de 2009

OLHO EM TODA DIREÇÃO,
O GORDINHO AGORA CHAMA ATENÇÃO.
NÃO ENTENDO SE ATOR OU ESCRITOR,
MAS COM CERTEZA PAGO A ANCESTRALIEDADE QUE SOFREU POR AMOR.
VEJO OS CARMAS SE ACABAREM MAIS
MUITOS POR MIM HÃO DE PASSARES.
O CARMA DO ANCESTRAL ATÉ A SÉTIMA GERAÇÃO,
PAGO COM PRAZER E VIVO SEM PERDÃO.
AGRADEÇO POBRE LINDA VIDA POR ESSA ESCOLHA DE ESCREVER PRA SOLIDÃO
JAPONÊS CURIOSO UM CINISMO AUSTUTIOSO,
ANDANDO COM OS BRAÇOS PRA TRÁS,
CASAL NEGRO ORIENTAL TANTO FAZ,
NO BAIRRO DA LIBERDADE ENCONTRO MEU GOZAR DA PAZ,
MEU FETICHE SUBLIMA,
A VONTADE DE ORIENTAR AS ORIENTAIS.
MAS TANTO FAZ CHINESA ,COREANA ,JAPONESA ÁSIA INTEIRA ATÉ LA PRA TRÁS.
ADMIRO SUA GELIDÃO,CULTURA E SEXO VORAZ,
MEU DESTINO É UM OLHO RASGADO OU TODOS OS QUE ANDAM NA LIBERDADE AO LADO
NA LIBERDADE,TENTANDO A LIBERDADE,QUERENDO SER LIBERTO,
E ELA ESTA TAO PERTO.
AS BOLAS BRANCAS ATRAVESSAM O CONTRASTE DA ESCURIDÃO.
A PRAÇA,RELEMBRANDO ILUMINANDO A CANÇÃO.
LIBERDADE,DO LIBERTO, LIBERAL, TENTANDO EVITAR O MAL,
OLHANDO A LADEIRA DA DESCIDA ILUSÃO
NA NEVASCA DOS FLOCOS DA LIBERDADE GELO A CANÇÃO,
SENTADO NA LIBERDADE SEM SER LIBERTO,
MEU AMOR AQUI TAO PERTO,DUAS QUADRAS SÓ ATRAVESSAR
NUM LEVANTE DO RESPIRAR.
LIBERDADE É O NOME DESSA CANÇÃO INSPIRADA E COMPOSTA NUM SONANTE SUSPIRO DO CORAÇÃO

domingo, 18 de outubro de 2009

A atenção chamada pelo olhar que não seca a lágrima terrestre da sintonia nervosa, roendo a razão consumindo atenção, depois da noite vemos depressão no nascer do sol com o ser corrompido numa sinfonia frita de auto estima, consumida pela o anão sem o conhecimento desentelectuado da sabedoria, que não passa de uma mera resolvida.. Não vemos encher de nada o momento.... Ah ,encher de nada o nada que já esta complica o fundamento do querer ainda, permanecer o zumbi afectado da minoria acordada traz a situação envolvente ,não quero essa experiência do não morrer no momento do viver e continuar morrendo dentro do humano sem humanidade. Frustrado no pensamento dO querer,... o câncer do momento vivencial alucinado traz a mistura do prazer e ódio conturbado ,resolvido acordado, no momento vejo a realidade da vida crua no pensamento da virgindade que não tem mais, não constroi a historia o amaldiçoado mercúrio do queimado, que esta na minha resolução do culto estendido caindo a louca que diz só merda que nada presta, a situação depois dessa me faz reflectir o momento do novo,situando o nascer da nova visão não quero crescer dentro da bolha do sentimento que não move o vivido mais escurece o feitiço da ludi cidade esquerdista do ser, que não tem mistura do ver mais a cadencia do viver, traz o acordado da mistura que quer o repouso sem o estouro da minha caída esperta vida que acha que é feliz mais dentro do muito que não sou nada... e sim pessoa despresivel e colocada... na minha cavidade da vida cavada que virou minha morada.

sexta-feira, 16 de outubro de 2009

O Disparate do mentiroso,ministroso.
sombrio por dentro do avesso da alma ,sem calma contagia sua corrente nebulosamente fraca.
Disparando a faca dos versos cortantes de um eterno amante,
fatiando a paixão em pedaços do coração,
mergulhando dentro do inconsciente colectivo atenuando a dor,
caminhando sem parar sendo um momento da razão.
Contida de alegria disparada na risada escondida,
o cômico vida festeja a morte da infelicidade,
tendo a certeza da noção de onde estamos e para onde vamos nesse caminho distorcido e rico da emoção..
Como a risada serpertiando o procurar viajando na razão,
movendo o reinado do sermão imposto do que seremos,
somos vítimas do que a princípio nem entendemos.
O protesto de um artista frustrando a memória, coleccionando histórias,
rumando a virgem terra do lixo acumulado mental, transitando entre o bem e o mal,a radiação ser-humânica repele as vezes a esperança por alguma mudança.
Felicidade sem explicação, ternura da admiração, sentado só e sem solidão assustado com essa injeçao, rotulando a identidade sistemática pessoal mais na vida do que em conto de natal, lacrimejando o vento dos sonhos distantes, correndo o tempo restante.
Na perdição do tremendo momento afetivo comigo e eu,
não sentindo a emoção do raiar do gozo ,
transformo no feitio ritualista da ascensão sem momento,
tendo um leve despreendimento dentro do arquétipo mal cuidado,
transforma a situação no caos da memória translúcida tendo em virtude a emoção sem sofrimento,
se parar de sofrer como vou escrever tendo sempre um amor ou um aconchego,
me trará culpa e mistério dentro da minha mente coração que não pensa e nem bate sente,
o terno de um tempo partir em dois,ténue é a direçao da palavra da repetição maldosa que nem sempre cabe a você ver, mais repletamete dentro dos avisos do ser,
temos a filosofia de que os seres humanos não compreendem a união querem viver de tesão
otimo gozar muito premeditado relembrar os amores nem sempre tenho a intenção de magoar o coração alheio,
trato elas como árvores secas querendo uma gota de orvalho em forma de agua mineralizada,
purificar a mente no subconciente do seu eu transtornado seguindo a direçao do cuidado,
e assim contendo a monotonia de estar acordado,
dentre de todos os tempos meu relógio marca o horário errado,
canto da casa isolado mais uma noite vaga o coitado,
sem ler a certeza do que você vai sentir ao chegar na vazia áurea da emoção terminada,
a luz caindo o obscuro claro e concreto escrevo sem sofrer estranho nem parece que vou eu a poetizar ou tentar,
tantas falas e imaginar a imaginação da minha loucura que rodeia todos os mares de lucidez encontrados no céu de laranjeiras que é minha mamadeira de tristeza sem ser triste,
converso com o coqueiro com o meio e o sinal sem recreio,
pareço estar escrevendo torto mais não sofro, isso muda minha escrita tento entender a rebeldia da minha inspiração tô ficando louco então.

segunda-feira, 12 de outubro de 2009

ENCHIDO PELA REVOLTA DÊS DA CRIANÇA QUE FOI ATÉ O ADULTO QUE ÉS,
CAVACAR SEU SEPULCRO NUM NEBULOSO OLHAR,
ENGANANDO O CINISMO DO LEMBRETE A FIO,
SENTINDO O PECADO DO VIVER,
CANTANDO JUNTO AOS PÁSSAROS DE MAIS UM AMANHECER,
SENDO UM ZUMBI SEM OLHOS PARA OS RAIOS DO SOL,
ENROLADO E QUASE SE ENFORCANDO COM SEU CACHECOL,
QUE NADA ,QUE NADA ,QUE NADA O TUDO TEM A FAZER?
PROFUNDO HUMILHADO RECOLHIDO DENTRO DO SER,
NEURÓTICO,FEROZ CONSUMINDO O CONSUMO DE AMAR,
LONGINQUO NO ESCUDO PARA NÃO SE APAIXONAR
CORPO FECHADO QUERENDO SUMIR,
GRITANDO FUGINDO ENRAIZANDO A RAIZ .
DENSO NO SUSTENTAR,
SUBLIME JAZ OLHO RASGADO.
ISOLADA NA HISTÓRIA,
FLOR DO DIABO MAGREZA DA ESCÓRIA,
SENTIMENTO DA MORTE,VAZIO DA ALMA ,TRISTEZA DA SORTE,
ENFORCADO PELOS PÉS ,ATMOSFERA DO CAÓTICO....
NARCISO ,DIONÍSIO EU PRÓPRIO.....
VIAJO A FUNDO NA SUA LEVEZA,
TRANSTORNO MEU ÓDIO NO ESPELHO DO REFLEXO DA SUA RARA BELEZA
NA INCERTEZA DE ACORDAR SEM CORAÇÃO,
GOZANDO DEGUSTANDO MAIS UMA PAIXÃO.
Canto a vida, vivo a emoção,
passo a transpiração do meu dia para o coração,
escrevo a melodia traio a razão.... sinto a ardência ando perdido na escuridão,
caio na vida, na luz perdida do seu amor vejo a aurora e quantos corações por mim passou.. ,
traio a destreza sinto a vaidade da sua pureza.
Transformo a certeza numa vazia ilusão,
olho pros cantos lembro o semblante de um anjo sensacao da escuridão,..
o refrão transformou cantando feliz sinto a dor perfumando a cicatriz ,
vivo a lenbramça de um raro dia feliz!
Meu porto seguro mostrou o mundo, me fez cair aprender a iludir o raciocínio sem perder a diretriz,
caindo afundando secando a lágrima pelo nariz,
vivendo o injecto do semblante da vida fugaz,
rodando alucinado ao ponto de estontear,
por meio gozo no quarto vazio,
Vejo tudo a rodar,a loucura da vida me deitou num colchão mofado sem poder levantar.
Hoje aprendi e das cinzas vens ressurgir, a alegria da emocao de poder ser feliz.

terça-feira, 6 de outubro de 2009

Caindo do fundo do porão maldito por aqueles que nascem da semente plantada maldosamente,
terão seus premiosos tempos de fartura com o sofrimento alheio que durará a vida curta,
demasiada pelos os firmamentos nelas reproduzidos por um impasse de ódio calculado,
sem noção da magia da vida beleza humana,
trindada dentro do seu eu que enxerga que o mal feito será retribuído.
Pós isso o desejo carnal humano da destruição toma conta do meu esqueleto locomovendo -me as virtudes sombrias da raiva contida e explodida.... que transformo em poesia...rs.