Onde está desastre?
Às copas viraram cipreste
anoitece,
vou por aí
Vendo domingo sabados ensolarados
Um vazio ao lado
Tento entender qual rio vai á você
Estremeci Colinas
chorei na neve lágrimas geladas
O sol vazio não cai na tarde febril feliz
Gelo vira emocão
Encontro águas que flutuam ao seu coracão
Amor do amar em superstição!!!
quarta-feira, 16 de outubro de 2013
quinta-feira, 10 de outubro de 2013
Ando
flor azul
seu corpo
nú Àlamo
bailo.
Notas deixam tristeza ressu Ir...
Crise da ninfa
Dores da doce morena
Calvário macio
sussurro vazio
ìmpeto dela
por dela nela
Pluma
ovos por cima
Piso assim!
Choras secas lágrimas
jás mim
olhos acessos
contra tropeços
Narra desdramas
perfuma -me
Ò dama.
Velas respingam
Candelabros saram
Alma
Carroça que caga
merda exala
Fùria do meu amor
Falseada com dor
Breve
Passou
Letras
Sinônimadas
restou
Rimata.
terça-feira, 1 de outubro de 2013
Hoje percebi que por exemplo na febre saindo de casa com isso em mim na mente penetra -se num paralelo nauseando pensamentos,
Adentrando assim numa gelatina navegante dada o espírito proposto da tal situação criada.. vivida.
Trazer isso na construção, naturalmente percebe a arte, seria o quase perfeito cheguei.
Arte é consertar ou tentar o que já foi pronto.